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Ficha Técnica
*Dramaturgia: Adriano Sommer e James Fensterseifer
Direção: James Fensterseifer
Ass. de Direção: Similião Aurélio
Trilha Sonora Original: Marcello Linhos
Sonorização: A3 Produções
Operador de Som: Adriano Sommer
Figurino: Moema Carvalho
Costura: Idelina Gonçalves de Mendonça
Cenário: Cia. Brasilienses de Teatro
Maquiagem: Mauro Vieira
Iluminação: James Fensterseifer
Operador de Luz: Similião Aurélio
Fotografia: Adla Marques
Imagens em Vídeo: Martin Schwantes
Produção: Cia. Brasilienses de Teatro
Elenco: Cirila Targhetta, Denis Camargo,
João Rafael e Túlio Starling

 

 

 

 

 

Imagem da peça

*Livros pesquisados para a dramaturgia:
“O Diabo - A Máscara sem Rosto” de Luther Link, “O Diabo” de Giovanni Papini, “Lúcifer o Primeiro Anjo” de Marcelo Hipólito, “O Diabo no Imaginário Cristão” de Carlos Roberto F. Nogueira, “O Diabo - As Percepções do Mal da Antiguidade ao Cristianismo Primitivo” de Jeffrey Burton Russell, “O Apócrifo do Diabo” de John A. De Vito e “Meu Nome é Vermelho” de Orhan Pamuk.


O espetáculo traz a tona a necessidade de dar sentido aos pensamentos e dilemas da vida relacionados à dicotomia bem e mal. Seria o mal a sombra do bem? Na peça os personagens Satã, Uriel – fiel assecla de Satã, o Arcanjo Rafael, uma Mulher e Deus travam colóquios que elucidam diversos aspectos dessa dialética.

Hoje, o Tentador está cada vez mais desacreditado como o disseminador do mal. Aliás, a pratica do mal, propagada pela aceitação de pequenos atos do dia a dia, está cada vez mais banalizada. A consciência do ser humano sobre seus atos, sobre sua liberdade de escolha, o tornou o principal responsável por eles, livrando a culpa do mito Satã.

“Eu, o Tentador” desnuda o mito do Diabo sem julgá-lo e deverá balançar as razões de quem não as tiver bem fundamentadas, revelando verdadeiros sentimentos escamoteados pela hipocrisia inerente ao homem contemporâneo.

Temporadas – Brasília (2007) Casa D´Itália - Sala Adolfo Celi.